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Benefícios do mel: por que e como acrescentar o produto na dieta

Benefícios do mel: por que e como acrescentar o produto na dieta
Benefícios do mel: por que e como acrescentar o produto na dieta - Foto: Shutterstock

Os benefícios do mel na dieta, para muitas pessoas, podem parecer óbvios. Afinal, aproveitar o seu sabor adocicado para substituir produtos industrializados, como o açúcar, tende a ser a primeira coisa que nos vem à cabeça. No entanto, quando usado de maneira correta, esse melado natural pode trazer inúmeras vantagens para o organismo.

Porém, o grande problema do mel é que, apesar de saudável, ele é calórico. Dessa maneira, assim como praticamente tudo que diz respeito à alimentação, a chave do sucesso está no equilíbrio. Ou seja, nada de exagerar.

Sendo assim, com a ajuda da nutricionista Danielle Bayma, membro da Associação Brasileira de Nutrição Funcional (IBNF), separamos oito benefícios do mel na alimentação. Confira:

Benefícios do mel

  • O mel é um alimento com grande potencial antioxidante, atividade antibacteriana e antiinflamatória;
  • Sendo assim, ele tem a capacidade de melhorar nossa saúde cardiovascular;
  • Aumenta também as células de defesa do nosso corpo;
  • Combate bactérias e fungos.
  • O mel é rico em vitaminas, minerais, polifenóis, enzimas e ácidos graxos, o que o torna um alimento funcional;
  • É anticancerígeno, como mostram diversos estudos.

Ou seja, possui atividade indutora de apoptose, antimutagênica e antiproliferativa.

Como usar o mel na dieta

“Uma colher de sopa de mel por dia é a quantidade recomendada. Sugiro, inclusive, que esse mel seja consumido no período noturno, caso o paciente tenha alguma queixa de irritação na garganta ou tosse. A saliva produzida age na mucosa da garganta realizando uma proteção”, conta Danielle.

Moderação é o segredo

O fato dele ser um adoçante natural também pode ser considerado um dos benefícios do mel na dieta. No entanto, não é por isso que seu consumo está totalmente liberado. Ou seja, é necessário levar algumas questões em consideração.

“Uma delas é que o mel não deve ser aquecido. Temperaturas acima de 40 graus fazem com que ele perca seu potencial nutritivo. Além disso, não podemos esquecer que ele possui calorias e é fonte primária de carboidratos, portanto, devemos nos atentar à quantidade ingerida”, explica a nutricionista.

Cuidado com as crianças

“Existe uma observação extremamente importante sobre o consumo do mel em crianças. O mesmo não deve ser consumido por menores de 1 ano de idade. A criança possui o sistema imune mais frágil e o mel pode estar contaminado por uma bactéria (Clostridium botulinum) que pode provocar uma doença (botulismo) grave”, finaliza Danielle.

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