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Miopia, hipermetropia e astigmatismo: cirurgia refrativa pode corrigir visão

A cirurgia refrativa pode reduzir ou eliminar a reduzir a dependência de óculos ou lentes de contato. Saiba como é o procedimento

Miopia, hipermetropia e astigmatismo: cirurgia refrativa pode corrigir visão
Miopia, hipermetropia e astigmatismo: cirurgia refrativa pode corrigir visão - Foto: Shutterstock

Miopia, hipermetropia e astigmatismo são as disfunções visuais mais comuns entre os brasileiros. Aliás, os problemas de visão como um todo atingem boa parte da população. Uma pesquisa do IBGE mostrou que mais de 35 milhões de pessoas sofrem com alguma condição, número que representa quase 19% da população. Para esses casos, a cirurgia refrativa pode ser uma opção de tratamento.

Para que serve a cirurgia refrativa?

A cirurgia refrativa é um procedimento que remodela a córnea com auxílio de laser para corrigir problemas visuais relacionados à refração. Este é o caso da miopia, hipermetropia e astigmatismo, por exemplo. E, de acordo com o Dr. Breno Marques, médico oftalmologista do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC), o procedimento reduz ou até mesmo elimina a necessidade de óculos ou uso de lentes de contato no dia a dia.

Quem pode fazer?

Conforme o médico, a cirurgia refrativa com laser é indicada para pessoas que desejam reduzir a dependência de óculos ou lentes de contato. Além disso, os pacientes devem atender aos seguintes critérios:

  • Ter mais de 21 anos;
  • Refração (“grau”) estável por pelo menos um ano;
  • Córnea com curvatura e espessura adequada para a cirurgia (exames complementares como a tomografia corneana são fundamentais nessa avaliação).

“A cirurgia refrativa não é recomendada para crianças, pois suas prescrições de óculos podem mudar à medida que crescem, assim como a curvatura e espessura da córnea. É importante que a visão esteja estabilizada antes de considerar o procedimento”, reforça o especialista.

Há riscos no procedimento?

Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos associados à cirurgia refrativa, embora sejam raros, aponta o Dr. Breno Marques. “Estes incluem infecção, opacidades na córnea que causam embaçamento na visão, sensação de olho seco, halos ou brilhos ao redor das luzes à noite e em, casos muito raros, até a necessidade de transplante de córnea para recuperar a visão”, disse.


“É muito importante saber que o principal objetivo da cirurgia é melhorar a dependência dos óculos e que nem todos os pacientes podem realizar esse procedimento. Por isso, a avaliação oftalmológica completa é essencial para determinar se o procedimento é indicado, discutir todas as opções disponíveis e recomendar a melhor técnica para cada caso”, alerta o oftalmologista.

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