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Pular corda melhora a resistência, a coordenação e ainda emagrece

O exercício – que parece de criança – tem baixo custo e alto impacto na saúde e no corpo. Saiba os benefícios de pular corda

Pular corda melhora a resistência, a coordenação e ainda emagrece
Pular corda melhora a resistência, a coordenação e ainda emagrece - Foto: Shutterstock

Pular corda é uma brincadeira divertida, geralmente associada à infância. No entanto, ela proporciona benefícios importantes à saúde. Isso porque o exercício contribui para o emagrecimento, além de melhorar a resistência, a coordenação e o equilíbrio enquanto fortalece músculos de todo o corpo. Outra vantagem é que se trata de uma atividade acessível. Isso porque ela pode ser praticada em qualquer lugar e depende de apenas um equipamento cujo valor é baixo.

“Pular corda é um exercício que melhora o condicionamento físico e proporciona um alto gasto calórico, já que aumenta a frequência cardíaca e o consumo de glicose nas células. Ao mesmo tempo, a atividade ajuda na definição tanto dos músculos superiores quanto dos inferiores. Isso porque diversos grupos musculares estão envolvidos no movimento”, explica Mônica Marques, educadora física e diretora técnica da Cia Athletica.

A modalidade também é uma aliada das pessoas que têm doenças cardiovasculares, como hipertensão, ou de quem deseja preveni-las, pois aumenta os batimentos e melhora o sistema cardiovascular. Além disso, ela melhora a densidade óssea, reduzindo as chances do desenvolvimento de osteoporose, explica a educadora.

Pular corda – por onde começar?

Ainda que seja uma brincadeira de criança, pular corda requer alguns cuidados, afinal, é um exercício de alta intensidade. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda no máximo 30 minutos dessa modalidade diariamente, mesmo assim, é necessário começar aos poucos, respeitando os limites de cada.

“Para começar, o ideal é intercalar 30seg de corda com um minuto de descanso, em treinos de até 15 minutos. Conforme a resistência for aumentando, é possível ir retirando os períodos de descanso e aumentando a duração dos treinos. Também é necessário estar atento à posição do corpo: postura ereta e abdômen contraído”, orienta Mônica.

Outra recomendação é que os saltos devem ser de no máximo cinco centímetros, isto é, baixo, usando as pontas dos pés para descer. Assim, o indivíduo evita o cansaço e fraturas. Com o tempo, é possível variar o exercício, por exemplo, pular em apenas um pé, cruzar os braços entre os pulos e dar duas voltas com a corda em um único pulo.

Para evitar danos ao corpo, é essencial escolher um tênis apropriado, com um bom sistema de amortecimento para absorver os impactos dos pulos. O tamanho da corda também deve ser adequado à altura da pessoa. Portanto, para quem tem até 1,50 m, a corda deve ter 2,45 m; para praticantes de 1,51 m a 1,8 m, a corda deve ter 2,65 m, e para indivíduos acima dessa altura, o equipamento deve ter 2,8 m.

Quando o objetivo é emagrecer, a atividade pode ser combinada com outros exercícios, como musculação, e uma alimentação adequada, indicada por um nutricionista. “Independentemente do objetivo, o ideal é pular corda todos os dias para atingir os benefícios da atividade”, completa Mônica.

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