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Artrose: estimular movimentos diminui dores e fortalece articulações

Através do treinamento 3Dimensional é possível reduzir os impactos da artrose, a doença mais prevalente em todo o mundo

Artrose: estimular movimentos diminui dores e fortalece articulações
Artrose: estimular movimentos diminui dores e fortalece articulações - Foto: Shutterstock

São pelo menos 30 milhões de brasileiros vivendo com artrose, segundo o Ministério da Saúde. Esta é a doença mais prevalente em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 60% das pessoas acima dos 50 anos de idade já apresentam algum grau de degeneração. Se for analisada a faixa etária dos 70 a 75 anos, essa taxa sobe para 80%. 

O que é a artrose e como tratá-la?

A artrose é um processo de degeneração da cartilagem das articulações, principalmente na região das mãos, dos joelhos e dos quadris. A condição costuma aparecer em pessoas acima de 50 anos. Ao afetar as cartilagens, que são os tecidos que protegem as articulações, e gerar o desgaste, aumenta o atrito entre os ossos, o que provoca dor, desconforto, deformações e inflamações, e pode dificultar ou até mesmo impossibilitar movimentos.

E são justamente esses movimentos que podem trazer a solução para esses sintomas — o treinamento 3Dimensional é um exemplo disso. A técnica traz como essência o tratamento de dores por meio dos movimentos, com foco na reabilitação e descoberta das causas daquela dor, levando diversos fatores em consideração, inclusive os emocionais.

“Com o treinamento 3Dimensional analisamos a ligação entre corpo, mente e espírito e focamos na descoberta da causa e não apenas no alívio do sintoma”, explica o personal trainer Samorai, especialista em movimentos, performance, treinamento 3Dimensional e fundador do Instituto de Performance Samorai. 

O especialista diz ainda que apesar dessa cartilagem desgastada não voltar mais, é possível melhorar substancialmente a qualidade de vida da pessoa com artrose. 

“A artrose, assim como a hérnia de disco, assim como um roxo no braço é só um sintoma, não é a causa. Então vamos imaginar os ossos dos joelhos batendo um no outro e essa cartilagem que está neles vai se perder. Até que chegamos a um ponto que essa cartilagem não existe mais e ao bater osso com osso começa essa inflamação e a dor insuportável que faz com que a pessoa pare de fazer movimento, porque o movimento se torna sinônimo de dor”, afirma Samorai.

Mesmo sem cartilagem, é possível eliminar as dores

Ele complementa dizendo que ao entender o que está acontecendo, é possível amenizar esse problema ao conseguir corrigir o movimento. Assim, mesmo não tendo cartilagem, o efeito da falta dela não é mais observado. “Aquela pessoa que sentia muita dor no joelho quando andava, agora anda com muito menos dor, o que possibilita que ela ande, às vezes, até mesmo sem dor, porque embora a cartilagem seja muito importante, ela é importante para ajudar a compensar uma sobrecarga”, explica ele.

“Se é possível ter um equilíbrio tão grande, uma harmonia tão perfeita, um padrão de movimento tão bom, o joelho vai começar a funcionar muito melhor e o fato dele funcionar melhor não agravará mais o problema da cartilagem, não gerará mais dor e a pessoa consegue agora viver com artrose, não mais contra ela, como se ela nem a tivesse”, conclui o personal.

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