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Mais peso ou mais repetições para ganhar massa muscular? Veja o que diz estudo

Estudo da Unicamp observou os efeitos dos dois modos de treino no ganho de massa muscular. Veja qual é mais eficiente

Mais peso ou mais repetições para ganhar massa muscular? Veja o que diz estudo
Mais peso ou mais repetições para ganhar massa muscular? Veja o que diz estudo - Foto: Shutterstock

Dentre os grandes objetivos de quem está fazendo musculação, um deles certamente é ganhar massa muscular. Esse interesse, muitas vezes, motiva uma busca por formas de acelerar os resultados, o que leva ao clássico questionamento: será que é melhor levantar mais peso ou fazer mais repetições?

Qual a melhor opção para ganhar massa muscular?

Essa dúvida pode causar dores de cabeça aos alunos e até mesmo professores de musculação. Mas, na prática, e no seu organismo, isso não faz qualquer diferença. É o que revela um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os pesquisadores acompanharam homens saudáveis e jovens na academia para entender melhor como algumas mudanças no treino impactam no ganho de massa muscular.

Os resultados do estudo, publicado na revista científica Metabolites, indicam que o treino perfeito de musculação é aquele que consegue atrair a pessoa para a prática de exercício físico e que, dessa forma, faz ela manter a constância. Isso porque os resultados de ganho de massa muscular dificilmente serão visíveis com apenas uma ida para academia por semana. Portanto, antes de tudo, é necessário ter regularidade nos treinos.

Pensando especificamente na musculação, os exercícios de fortalecimento muscular devem ser feitos pelo menos duas vezes por semana, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Além do treino muscular, ainda são recomendados mais pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica. Vale destacar que o objetivo não é estético, pois o foco está na prevenção de doenças e na qualidade de vida.

O estudo e seus resultados

Os pesquisadores da Unicamp dividiram os participantes do estudo em dois grupos. O primeiro focou em exercícios com mais peso e menos repetições, enquanto o segundo continha séries mais longas (até a exaustão) com menos carga.

Ao comparar os resultados dos dois grupos, os pesquisadores observaram que não existiam diferenças significativas no aumento da massa muscular e nem no nível estresse metabólico (metabólitos encontrados no sangue) entre os voluntários que praticaram os dois tipos de treinos de musculação.

“O treinamento de força é um meio reconhecido de promover o crescimento muscular. No entanto, ainda não está totalmente claro se é mais eficiente atribuir valor às cargas ou ao número de repetições para atingir a hipertrofia”, explica Renato Barroso, professor da Faculdade de Educação Física na Unicamp, para a Agência Fapesp. 

“Nosso estudo fortalece a teoria de que ambos os tipos de treinamento funcionam de maneira semelhante”, completa o pesquisador.

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